Maria Antônia
Não vim para ser pequena. Vim para cumprir uma missão.
@copmariaantonia
Desde criança, ela sentia camadas invisíveis sob a superfície das coisas. Uma lucidez precoce que ninguém sabia nomear.
Uma música ao fundo que só ela ouvia. Maria Antônia de Oliveira cresceu oscilando entre o sonho e a observação, entre o acolhimento da avó Tunica e a pergunta que nunca parava: para que estou aqui?
Aos 12 anos, uma catequista enxergou nela o que ela ainda não via. E ao aceitar o convite, com medo, sem certeza, nasceu seu amor por ensinar.
Veio a filosofia. O convento. A psicologia. E o filho Miller, que chegou no mesmo ciclo em que perdeu o pai.
Vida e morte se encontrando dentro dela ao mesmo tempo. A maternidade não foi evento. Foi iniciação.
Através do Miller, aprofundou o olhar para os ciclos da vida, para as dores de crescer, para o que significa acompanhar uma alma que não nos pertence.
E nasceu o COP Maria Antônia, não apenas um espaço de trabalho, mas a expressão mais verdadeira da sua missão: ajudar jovens e famílias a encontrarem a própria voz, a ocuparem seu espaço no mundo com consciência e propósito.
Aos 60 anos, segue em movimento. Com aserenidade de quem já atravessou muitas tempestades. E com a certeza de que não veio para ser pequena.
Essa história está inteira no livro PADECENDO NO PARAÍSO.
Porque há histórias que precisam de uma vida inteira para florescer.
📖 @editora.empreender