Luciana Cattony
Da borboleta que não sabia que podia voar
@lucattony
Nasceu prematura e já mudou uma política pública antes mesmo de nascer.
Luciana Cattony chegou ao mundo antes do tempo, e sua mãe, que havia tomado posse um dia antes, entrou de licença e garantiu esse direito para todas as grávidas que viessem depois.
Cresceu sendo a menina do sol. Estrelinhas no quintal. Câmera na mão.
Energia que não parava.
Mas foi a chegada do Henrique e depois o diagnóstico do tumor cerebral que dividiu a vida em antes e depois.
Em 2023, deitada numa maca de UTI, ouviu uma frase que mudou tudo:
“Você não é esse tumor.”
E foi nessa certeza que decidiu viver de verdade.
Há dez anos, Luciana e sua sócia transformam como as empresas enxergam a maternidade. Mais de 800 mil pessoas alcançadas. Mais de 120 empresas atendidas. Retenção de mães pós-licença de até 90%.
Porque ela sempre soube: maternidade não é obstáculo. É alavanca.
E quando a mãe da Consolação partiu, aquela que ensinou que detalhes fazem diferença, que mulher pode ser independente e mãezona ao mesmo tempo, Luciana plantou uma quaresmeira com as cinzas dela.
E entendeu que o amor verdadeiro não parte.
Ele muda de forma.
Vira raiz, folha, flor, asa.
Essa história está inteira no livro PADECENDO NO PARAÍSO.
Porque quando uma mãe aprende a voar, ela carrega outras com ela.
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