Gisele Cortês
Escolhi renascer
@giselecortesoficial
Faltava um mês e cinco dias para ela completar 50 anos quando a vida parou tudo.
Uma doença autoimune silenciosa. Plaquetas em 3 mil — quando o normal é 150 mil. Dez dias internada. Duas transfusões de sangue. E pela primeira vez na vida, Gisele Côrtes não conseguia controlar nada.
Mas essa não foi a primeira vez que o chão sumiu.
Aos 16 anos, grávida, foi pressionada a casar com um homem que a agredia — verbal, física e moralmente. Ficou cinco anos. Saiu sem nada. Só com a filha e a dignidade ferida.
Reconstruiu. Fez faculdade. Mudou de cidade. Abriu duas clínicas médicas. E perdeu tudo outra vez — quando a pandemia chegou e os sócios ficaram com o melhor.
A cada queda, ela saía sem nada. E recomeçava do zero.
Foi numa dessas reconstruções que encontrou as Constelações Familiares e as Terapias Sistêmicas — e pela primeira vez sentiu que tudo fazia sentido. Cada dor. Cada perda. Cada começo.
Abriu o próprio instituto. Já formou mais de 80 terapeutas. Atende clientes no Brasil, nos Estados Unidos, na Itália, na Alemanha.
E quando a doença a derrubou às vésperas dos 50 anos, ela entendeu a última lição: que quem passa a vida inteira cuidando dos outros também precisa aprender a ser cuidada.
Renasceu. De novo. Dessa vez, inteira.
Se essa história tocou algo em você, ela está inteira no livro Mulheres que Transformam Vidas.
Porque tem mulheres que renascem não uma — mas quantas vezes for preciso.
📖 @editora.empreender