Eliane Maia
A jornada de cura e transformação: da crise à redescoberta do Eu
@eli.terapeutanaturalista
Foi uma crise de asma em plena aula da faculdade.O ar faltou. O desespero chegou. E junto com ele — sem avisar — uma pergunta que mudou tudo:E se o meu corpo estivesse tentando me dizer algo?Eliane Maia cresceu num lar humilde com nove irmãos, onde a mãe curava com ervas e chás feitos à mão. Ela conhecia o poder da natureza desde menina. Mas havia esquecido.A vida a havia colocado numa agência de viagens, numa rotina estável que sugava sua energia devagar — aquela forma silenciosa de adoecer que só percebemos quando o corpo grita.O grito veio com a asma. E pela primeira vez, Eliane parou para escutar.
Uma amiga, numa conversa despretensiosa, falou de homeopatia. Ela foi cética. Mas foi.
E no primeiro contato com aqueles pequenos frascos, entendeu que não era sobre o remédio. Era sobre o gesto. A escuta. A intenção. Era o corpo recebendo, talvez pela primeira vez: “Eu te escuto. Eu estou aqui.”
Fechou a agência. Abriu o coração. Mergulhou na homeopatia, na aromaterapia, nos florais. E foi descobrindo que cuidar de mulheres era, na verdade, o que sempre soube fazer — desde os chás da mãe, na infância.
Hoje cria oficinas, retiros, atendimentos. Acompanha mulheres na menopausa com a mesma ternura com que sua mãe preparava as ervas: devagar, com intenção, com presença.
Porque toda cura, ela aprendeu, começa na alma, passa pelo coração e se expande pelo corpo.
Se essa história tocou algo em você, ela está inteira no livro Mulheres que Transformam Vidas.
Porque às vezes é preciso perder o ar para descobrir como respirar de verdade.
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