Carolina Cunha
Mãe que trabalha e ama ser mãe
@carolcmsantos
Ela nunca havia sonhado em ser mãe. Mas quando a enfermeira colocou no colo aquele pacotinho de 2.540 quilos, cílios absurdamente longos, uma manchinha no pescoço, e uma boca igual à dela, sua química cerebral se rearranjoou inteira. Carolina Cunha virou mãe.
E três anos depois, quando a Maria nasceu, ela descobriu que era possível amar alguém igual amava o Lucas. Incondicional. Majestoso. Sem limite.
No meio disso tudo: a mãe adoecendo. Câncer no pulmão. Inoperável.
Metástases no cérebro. Carolina aprendeu a rota do hospital de cor.
Pagava o pacote mensal do estacionamento. Ia de lá para o trabalho, e de volta.
E um dia, no hospital, enquanto a mãe dormia, disse em voz alta, pela primeira vez, que estava pronta para se despedir. A mãe foi na terça-feira seguinte. E não existe nada que apague a presença da ausência dela.
Demissão, pandemia, fibromialgia, replanejamento. E a certeza que a mãe plantou desde sempre: Mãe trabalha. E continua sendo mãezona.
Essa história está inteira no livro PADECENDO NO PARAÍSO.
Porque há mulheres que carregam tudo e ainda assim ensinam os filhos o que é amor.
📖 @editora.empreender