Carol Fonseca
Entre o medo e a coragem, ela escolheu mudar
@carolinafonseca.mentoria
Tinha um filho pequeno olhando para ela.
E ele disse uma coisa simples, do jeito que só criança sabe dizer verdade:
“Mamãe, eu quero você de volta. Quero você rindo e alegre como sempre foi.”
Ela estava presente. Fisicamente ali. Mas ele percebeu o que ela ainda tentava esconder: que por dentro, algo havia se apagado.
Carolina passara 20 anos no Itaú. 15 deles em liderança. Amava o que fazia e foi exatamente isso que quase a destruiu.
O burnout não chegou por preguiça. Chegou pela dedicação de quem sempre queria fazer mais, ser mais, entregar mais.
Até que o corpo disse basta. O coração disparou. As mãos tremeram. E ela saiu do hospital com um diagnóstico que não cabia no crachá.
Naquela noite, ao recolher suas coisas, sussurrou para si mesma em silêncio: “Hoje foi meu último dia aqui.”
Não sabia o que vinha depois. Sabia só que não podia continuar assim.
Durante meses, aprendeu a suportar o silêncio, ela, que sempre soube resolver tudo rápido. E foi nesse silêncio que se encontrou.
Descobriu que o que ela sabia fazer de melhor nunca havia estado no sistema do banco. Estava nas pessoas. Na escuta. Na capacidade de fazer alguém acreditar em si mesmo.
Deixou de ser a Carol do Itaú. E se tornou, finalmente, Carolina Fonseca Mentora.
Porque às vezes é preciso perder o crachá para encontrar o próprio nome.
Se essa história tocou algo em você, ela está inteira no livro Mulheres que Transformam Vidas.
📖 @editora.empreender